As dicas foram de dois ‘nerds de cabeceira’: um recém adicionado e outro mais antigo. Com o primeiro, que conheci pessoalmente depois de vários emails trocados, tive uma aula relâmpago (mas ótima) sobre software livre, com direito a metáforas sobre bolinhos de chocolate e almoço de domingo. Uma delícia. Como um dos pontos marcantes da conversa, um debate sobre a confusão que muita gente tende a fazer quando vê por aí circulando as palavras e idéias como ‘free’, ‘easy’, ‘do it yourself’. O free, principalmente, é associado ao grátis. E o sentido, me disse o simpático novo nerd, é de ‘free as freedom’.

Coisas que aprendi: o gnu é um antílope africano que não pode viver se não for em liberdade. Por isso a escolha dele como símbolo do movimento software livre
Também já caí no erro de achar que o mundo livre, de criação de logins rápidos e montagens de qualquer coisa em ‘cinco minutos’ é facinho, facinho. Difícil não é. Mas é necessário um tempo de aprendizado, de tentativa e erro, um conhecimento, uma formação que… não são de graça nem acontecem assim, de sopetão.
Portanto, como sempre, a liberdade tem um preço – nem que sejam horas na frente do computador aprendendo coisas que outros não tiveram paciência de fazer. Fazer qualquer coisa bem feita, exige dedicação e tempo (que continua sendo = a dinheiro).
E com o nerd mais antigo, fui parar em sites e twitters do governo britânico, que está nas redes sociais, pensando, atuando e aprendendo como se comportar nesse mundo novo, onde todo mundo fala com todo mundo. Eu ainda não falei com eles, mas já comecei a seguir vários – pelo menos pra ver o que acontece. God save the Queen!
Para terminar, alguns links que fui clicando depois dessas conversas:
http://blogs.cabinetoffice.gov.uk/digitalengagement/
http://computerworld.uol.com.br/negocios/2007/09/11/idgnoticia.2007-08-23.1171671836/
http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/27/guia-britanico-de-conduta-no-twitter/